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Tendências das ferramentas Web 2.0 segundo o Forrester Reserach

Após um período sem atualizar, fruto de viagens constantes e trabalhos urgentes na correria do final do ano, uma pesquisa da Forrester Reserach me chamou bastante a atenção. A empresa publicou um estudo que aponta o valor, grau de maturidade e adoção das ferramentas colaborativas da Web 2.0 no mundo corporativo.

  • Redes sociais – vão mudar a forma de trabalhar.
  • Wikis – ajudarão a difundir a culrura colaborativa.
  • Blog – não capturam e nem mantém a audiência corporativa.
  • RSS – são subutilizados no mundo corporativo
  • Podcasting – estão em declínio.
  • Fóruns – estão caindo em desuso.

Interessante notar que algumas dessas ferramentas nem são ainda tão utilizadas e já caminham pra desaparecer como, por exemplo, o podcasting. Particularmente, sempre achei que existem algumas barreiras para que o podcasting pegasse com mais força. Entre elas, bem prática, pelo menos em meus clientes, vários computadores não tem placa de som.

Leia mais sobre essa pesquisa acessando http://www.intranetblog.com/

Como apresentar projetos para seus gestores

Se alguém bate à porta da sua casa e lhe apresenta um projeto de reforma, mas basicamente só diz quanto vai custar, você aprovaria? Não tenho muitas dúvidas de que a resposta é NÃO. O interessante é que essa analogia traduz com bastante fidelidade a maneira que os projetos web são apresentados aos gestores. E depois, alguns estranham quando esses projetos são engavetados ou colocados no final da lista de atividades.

O gestor precisa de subsídios para tomar a decisão, portanto quanto mais informações você puder lhe dar, masi fácil será ele enxergar a importantância do projeto.

Uma estrtura bastante aceitável para a apresentação de um projeto web é:

  • Sumário executivo – Objetivos, visão, o porquê da mudança ou da implmentação, resultados esperados, plano de ação e˜ conclusão.
  • Levantamento e análise da situação atual -Detalhamento de cenário, dados levantados em pesquisa com usuários e Benchmarking˜˜.
  • Missão - Objetivos e  Visão˜.
  • Identificação e categorização de públicos do portal -Perfil de cada público, necessidades e tarefas, objetivos para com esse público e interesses comuns com outros públicos.˜˜˜
  • Sugestão de conteúdos e funcionalidades – Descrição detalhada de cada conteúdo e funcionalidade e atribuição a cada público do portal˜
  • Arquitetura de informação preliminar -Definir estrutura mínima com elementos de presença obrigatória no portal.
  • Governança e workflow -Definição de atores, Atribuição de papéis e responsabilidades e elaboração de workflows˜˜.
  • Definição de métricas -Nome da métrica, objetivo e interpretação da métrica˜˜˜.

Claro que alguns itens serão mais ou menos completos dependendo do estágio do projeto. Por exemplo: reestrturação ou lançamento. Mas, com uma estrutura semelhante à citada acima, o projeto, com certeza, terá uma atratividade bem maior para qualquer gestor.

Boa prática de governança na web 2.0

Sempre tenho um pé atrás com novidades que sugem sob o rótulo de destruírem tudo aquilo que existia até então. Chegam em ondas, com a força de tsunamis, para tomar o lugar do velho e ultrapassado. Com a web 2.0 está contecendo exatamente isso, seja em aplicações internas ou externas nas empresas. Não é novidade, pois, há alguns anos, quando apresentávamos para os clientes os benefícios da intranet, a primeira reação é que ela substituiria todas as demais formas de comunicação da empresa com seus colaboradores. Era a nossa vez de pedir calma e mostrar que a intranet era uma evolução complementar às demais e não substituta.

Nessa discussão da web 2.0, algo me incomoda bastante: uma tendência cada vez mais forte é polarizar o debate sobre governança no oito ou no oitenta. Ou se fecha tudo ou se permite tudo.  Ambas as situações são extremas e, já tive a oportunidade de presenciar projetos parados até que essa decisão seja tomada.

A minha opinião é que web 2.0 tem que ter governança sim! A questão é que ela muda de figura, incorporando novos procedimentos e um tom disfarçado menos formal.

A Sun Microsystem saiu na frente ao estabelecer as diretrizes de governança para o uso de seus wikis. Veja em http://www.sun.com/aboutsun/media/wiki/policy.html.

O que chama a atenção é que são regras simples, redigidas em um tom informal, porém que chamam a atenção para a responsabilidade dos usuários.

É um caminho bastante interessante a ser explorado, em vez de simplesmente fechar ou abrir completamente a porta de entrada.